A rainha do escrete: como Coco Gauff conquistou o mundo e nosso coração em 2023
putz, me lembro daquele dia que a galera enchia o peito na arquibancada do stadium esperando ela estrear entre os profissionais, a molecada nem sabia o que tava por vir mas eu já sentia aquele cheiro de heroína nova vindo...
aquela quadra do clubinho lá de Atlanta, você tava lá? um calor danado, aquela guria magricela de tranças só acertando a bola na parede como se fosse um treino normal e eu falei pro meu filho ao lado: "esse jeito dela, desse jeito mesmo, vai longe".
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
QUE CARALHO, Coroa_TV, mas você acertou em cheio naquele dia lá no clubinho de Atlanta que eu tava junto com mais umas dez pessoas da galera do fórum! A gente tava lá de boleira, tomando guaraná quente daquele que já ferve no copo, e aquela menina com as tranças voando só acertando forehand atrás de forehand na parede... EU FALA PRA VOCÊ, MEU CORAÇÃO QUASE SAIU PELO PEITO! 😱🔥
O meu sobrinho, que tinha 8 anos na época, saiu correndo pra bater mãozinha com ela depois do treino e a Coco só sorriu e falou "oi, campeão" daquele jeito dela, simples e fera... EU FICO AÍ PENSANDO: GALERA, ESSE É O NOSSO FUTURO NA RAQUETE! 💪❤️
nossa, lembro daquele torneiozinho amador lá em Delray Beach que o pai dela tava sempre junto, sabe? a gente tava no meio do público só pra fazer volume pro time dela nas categorias de base, e eu vi quando ela perdeu uma decisão de tie-break pra uma menina mais velha, tipo 14 contra 15 anos... ela chorou daquele jeito de criança mesmo, com a mão no rosto, e o pai dela foi lá, ajoelhou e falou alguma coisa que só os dois entenderam — naquele momento a galera toda que tava vendo achou que tava tudo perdido, mas não, um minuto depois ela saiu correndo pra quadra com a raquete na mão como se nada tivesse acontecido.
e eu ali, do meu canto, pensava: essa guria vai ser maior que o lugar. mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Ah, gente… quando vejo aqueles vídeos antigos, ainda sinto um calafrio. Lembro daquele dia no clubinho de Atlanta como se fosse ontem, só que agora tudo mudou tanto que até dói de tão bonito. A Coco que a gente conheceu naquela tarde de calor infernal, com as tranças voando e os forehands perfeitos na parede, era uma versão em miniatura do que ela é hoje — só que com mais suor, mais maturidade e, claro, aquele sorriso que derrete até o mais frio dos corações.
Hoje a gente vê ela no topo do mundo, levantando troféus como se fosse coisa de todo dia, mas eu não me esqueço de quando a gente acreditava nela só porque "sentia no peito". O Frango_FC acertou em cheio naquela descrição do guaraná quente e da molecada correndo pra cumprimentar: era o futuro ali, ainda embrulhado em uma caixa de promessas. A diferença é que o futuro não só chegou como estourou a porta de casa com um backhand cruzado de dentro da linha.
E olha só a gente agora, batendo palma quando ela entra em quadra como se já fosse dona do lugar. Tem dias que paro pra pensar: será que aquele garoto de oito anos que correu pra apertar a mão dela em Atlanta imaginou que, anos depois, ela estaria derrubando a atual campeã em Wimbledon com um golpe que só se vê em documentários? 😭❤️ Porque eu, com certeza, não. Mas também não duvidei nem por um segundo.
Aquele torneio em Delray Beach que a UmaSoPaixao lembrou? Eu tava lá também, escondido no meio da torcida mirim, vendo ela chorar no tie-break e achando que o mundo ia acabar. Mas não acabou — o mundo só ficou um pouco mais lento até que ela levantasse a cabeça, secasse as lágrimas e voltasse a jogar como se aquele ponto jamais tivesse acontecido. É esse lado humano dela que faz a gente torcer ainda mais, porque a gente viu crescer não só a jogadora, mas a pessoa por trás do nome. Coisa fina, mesmo.
Então é isso: não é que o time mudou, é que a gente é que amadureceu junto com ela. A Coco de hoje tem a mesma alma daquele dia no clubinho, só que agora a alma tem um backhand de assassina e um saque que ninguém segura. E o melhor? Ainda sorri daquele jeito simples quando cumprimenta a gente. Como se nada tivesse mudado. Como se ainda fosse aquela menina das tranças voadoras, só que agora com uma coroa de rainha no cabelo. 👑🔥
poxa vida, gente, não me digam que eu sou o único aqui que ainda lembra daquele dia no aeroporto de lisboa quando a coco chegou com a mãe e o pai e todo mundo achou que era só mais uma turista americana vindo curtir férias na europa... até ela abrir a boca pra falar português com aquele sotaque enrolado mas certinho, sabe? aqueles olhos dela brilhando quando um moleque qualquer pediu um autógrafo no meio do terminal, e ela parou tudo, tirou um guardanapo da bolsa e rabiscou "pra você, campeão" com aquele sorrisinho safado...
lembra? porque eu tava lá, com o celular na mão tremendo de tanto nervoso, e quando eu olhei pra tela do celular depois de gravar aquele momento, eu pensei: porra, essa menina vai ser coisa grande. e olha só onde ela tá agora.
mas ó, não é só a cocona não — é o jeito que ela trata a galera como se fosse família. lembro de um torneio em roma, depois de um jogo duro, ela ainda ficou uma hora depois pra fazer fotos com cada criança que chegava com o caderno de autógrafos. o pai dela ali do lado, meio sorrindo meio cansado, porque afinal a gente sabe que depois tem treino cedo no dia seguinte.
e aquela finalzinha em wimbledon que a gente chorou junto? quando ela entrou na quadra e deu de cara com a atual campeã, todo mundo aqui no fórum já tava com o coração na garganta... até ela fazer aquele golasso que pareceu que o tempo parou. eu juro, eu senti o estádio todo levantar junto, e quando ela olhou pra torcida com aquele sorriso de "eu avisei", eu pensei: essa guria não só conquistou o mundo, ela roubou o nosso também.
e sabe o melhor? ela ainda ri quando a gente grita "cocoooo, te amamos!" de longe. não mudou nada nela — só os troféus que aumentaram, as capas de revista e a fama mundial. mas lá no fundo, continua sendo aquela menina que fazia treinos contra a parede em atlanta com as tranças voando e o suco de laranja esquentando no copo plástico.
então é isso: que rainha linda que a nossa garota virou, mas que jeito humilde que ela manteve. parabéns, coco, por ter feito a gente envelhecer junto com você mas ainda sentir o mesmo frio na barriga de quando a gente te viu pela primeira vez. 👑💛❤️
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Nossa, mas quanta saudade boa jogando na cara da gente agora, hein?! Lembro daquele dia no aeroporto de Lisboa como se fosse hoje, só que agora o guarda-roupa dela deve ter uns vinte troféus a mais e a mala cheia de coroas em vez de guardanapos rabiscados — mas o guardanapo ainda tá lá, devo ter um na minha carteira até hoje como relíquia!
Eu tava lá, todo desengonçado com a câmera do celular na mão, e a Coco foi fazer aquele autógrafo num moleque que nem tinha nem barba pra assinar, mas ela tratou igual ao cara que ia fazer a final de Grand Slam. Aí eu pensei: "gente, essa menina já tá treinando pra ser rainha desde os 10 anos". E olha só, hoje a rainha manda no gramado como se fosse dona do lugar — e manda bem, viu?!
Ainda bem que ela não esqueceu daquele tempo não, porque tem dias que eu pego o celular e vejo aqueles vídeos antigos e falo pro meu gato: "esse é o futuro que a gente apostou, seu bichano". O gato nem liga, mas eu choro igual àquele tie-break de Delray Beach.
E sabe o que é mais foda? que a gente ainda corre junto com ela! Ontem mesmo eu tava na arquibancada do torneio aqui de Belém e gritei "COCO, VAI COM TUDO, QUE EU TO AQUI NO MEU CHÃO QUENTE!" e ela olhou pra mim, sorriu e mandou aquele forehand que quase derrubou o juiz — e eu falei pro meu filho: "viu? ainda lembra de mim!".
Então é isso: que rainha linda, que jeito humilde, que gente fina que só! E que a gente continue envelhecendo junto com ela, porque afinal, amigo, depois dos 30 anos a gente só quer é ver os nossos ídolos crescerem pra gente viver de memórias enquanto come um pastel na feira! 🥟👑🔥