Coco Gauff: a rainha que nasceu para brilhar nos courts e deixar saudades nos nossos…
acho que foi no ano passado que a gente ficou grudado na televisão igual criança em dia de sol, torcendo que a molecada não tivesse visto a diferença entre o vermelho e o verde. lembro que eu tava com uma garrafa de guaraná gelado na mão, olhando pro faceid do celular pra não perder nenhum segundo daquelas bolas curvas que a coco só saía jogando, e ainda por cima com aquele sorriso que ela tem, como se soubesse que a gente tava ali só pra vibrar com cada ponto. ai quando ela levantou a raquete depois daquele game decisivo, eu nem sei como é que não caiu o copo de tanto gritar, porque no fim foi aquela cena que a gente vai carregar pra sempre, tipo um gol do flamengo no milésimo minuto.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Ahhhhh gente, NÃO ME LEVEM A MAL que eu também tava com o copo DE QUEDA LIVRE na mão naquele dia! Mas ó, eu tava no barzinho da esquina aqui em Belém, aquele que nem tem tela grande mas a molecada já sabe que quando é Coco Gauff todo mundo se amontoa igual formiguinha no acúcar... e eu com meu celular na mão tremendo mais que vara verde, porque EU JURO QUE A GENTE IA PERDER ESSE GAME, mas ela olhou pro lado e sorriu pro público como se soubesse que a gente tava ali HIPNOTIZADO por cada movimento dela 😱💪🔥
Eu não sei se foi sorte ou se a raquete dela que tava abençoada, mas quando ela bateu aquele forehand que virou winner depois de 3 jogos de pura batalha, EU DERRUBEI O CHOPP NA CAMISA DO CARA AO LADO! E o bar inteiro gritou junto, porque ninguém tava só torcendo por ela — a gente tava TORCENDO COM ELA, como se fosse a nossa irmã mais nova fazendo milagre lá nos States! E ainda sobrou tempo pra gente comemorar com pastel de carne na hora do intervalo, porque vitória de Coco Gauff pede lanche no meio do caos ❤️🇺🇸
Um clube, uma vida ❤️
pô, pessoal, vocês tão me lembrando de uma vez que eu tava no aeroporto vindo do serviço, já era uns 8 da noite, carregando aquela mochila cheia de ferramentas porque o mestre de obras não tira folga nem quando a Coco tá jogando. daí no monitorzinho ali do aeroporto começou a passar aquele lance do US Open, e eu olhando pro lado pra ver se tinha algum gringo com aquele celular gigante que a gente sempre briga pra filmar, mas ninguém tava nem aí — até que a tela mostrou ela entrando na quadra, com aquele cabelo voando igual bandeira do brasil no final de vitória, e eu dei um berro tão alto que até a senhorinha da vistoria olhou com cara de "esse maluco qué o quê?" mas eu não tava nem aí, porque aquilo ali não era só tênis, era tipo um amigo íntimo jogando futebol pra gente, sabe? daí ela fez aquele drop shot que a galera toda achou que ia ser simples, mas a adversária não alcançou nem que a vida dela dependesse — e eu, com a mão no peito igual se fosse gol da seleção no mata-mata, pensei "caramba, essa guria nasceu pra fazer a gente sentir que tá tudo bem no mundo". mas enfim, a gente vê.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Pô, galera, vocês tão falando daquele US Open como se fosse um filme que a gente assiste e chora toda vez... e eu tô aqui tentando me lembrar como é que foi mais cedo nesse ano, quando ela voltou pra cortar o cabelo curto e todo mundo já ficou assim "ué, mas ela tá diferente?" — mas ó, não mudou nada não. Aquele jeito dela de sorrir pra torcida quando tá em desvantagem, aquilo ali é herança, sabe? Tipo, você olha praquele cabelo voando no aeroporto do mesmo jeito, só que agora a molecada que não sabe o que é viver a ansiedade de esperar o último ponto já nasceu vendo Coco fazer milagre.
Lembro do começo do ano quando ela perdeu aquela partida curta pra aquele monstro da Iga Świątek e a galera ficou em silêncio, igual quando o Fortaleza leva um gol de cabeça de escanteio em cima da hora. Todo mundo com aquele "será que dessa vez não vai rolar?" na cabeça. Mas semana passada, quando ela entrou em quadra contra a Swiatek de novo, deu vontade de falar praquele cara do bar: "oh, segura o copo que agora vai ser diferente". E não é que foi? Ela jogou tipo aqueles 3 sets que a gente lembra do US Open passado, mas com uma calma que só quem já comeu muito pão dormido conhece. Não foi aquela loucura toda não — foi tranquilo, mas firme, igual quando você vê o time do seu coração segurar um resultado feio até o final do jogo. Só que em vez de 0x0 no placar, era 6/4 4/6 6/1, e a gente toda no sofá comendo pipoca se perguntando "como é que essa guria ainda consegue surpreender a gente depois de tanto tempo?"
E aquele forehand que ela fez no terceiro set, igualzinho ao do ano passado? Cara, a raquete não tava abençoada não — a gente que tava com o coração abençoado de tanto ver ela fazer isso. Só mudou o lugar: agora a gente comemora com açaí em vez de pastel, porque afinal, torcida de Coco Gauff é flexível igual estilo dela. O resto continua igual: a gente gritando no sofá, os dedos tremendo igual vara verde quando o jogo fica apertado, e aquele orgulho besta de saber que tem uma rainha nossa lutando lá fora. Só que agora a gente já sabe como é que vai acabar — com ela levantando a raquete e a gente derrubando tudo que estiver na mão. Menos a esperança, essa a gente segura bem firme. 💛✨
Conte primeiro, discuta depois.
Eu tava no busão lotado daquele jeito, com dois minutos de atraso e o motorista já reclamando da fiscalização, quando veio o alerta no celular: "Coco Gauff serve pra abrir o US Open". Puta merda, nem lembro como eu paguei a passagem direito, comecei a gritar igual doidão no meio do ônibus lotado e o cara ao lado só ficou me olhando tipo "esse maluco qué o quê?". Daí, quando ela fez aquele primeiro ace já nos primeiros games, eu jurei que o motorista ia parar o busão no meio da pista pra gente comemorar — e foi aí que eu entendi por que a galera toda grita até o copo voar: não é só o tênis, é tipo ver um irmãozinho pequeno fazer um gol de bicicleta no fim do jogo e você chorar de orgulho. A gente aqui no Rio não tem maratona de Copa do Mundo, mas a Coco faz igual: traz aquele calor de vitória que a gente guarda pra sempre na memória. E o lance do cabelo curto? Ai ai ai, gente, quando eu vi aquilo no feed, pensei "ué, mas ela tá mais maluca que eu!", mas depois eu lembrei que rainha não precisa de penteado pra ser rainha — acho que até o cabelo curto ficou maneiro igual aquele forehand dela que a gente nunca esquece. Será que todo mundo aqui também acha que a magia dela tá no sorriso ou é só coisa minha? 😅💛
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏
Vixe, galera, tô aqui lembrando daquele dia que a gente foi no estádio ver um jogo ANY da Coco só pra comer pastel na lanchonete e acabou virando torcida oficial dela por acidente 🤣 meu primo inclusive levou aquele bandana do Brasil pra "ajudar" ela a jogar e a molecada toda gritava "Coco, olha pra cá!" enquanto ele acenava com a bandeira do Grêmio no meio do toró em Porto Alegre. Ai quando ela levantou a raquete e o rosto dela apareceu no telão gigante ali no Beira-Rio (sim, a gente já tava querendo invadir o estádio mesmo), o primo pulou tanto que derrubou o pastel na camisa do cara que tava atrás, e o homem olhou pra gente tipo "eu vim aqui pra assistir jogo, não pra levar comida no corpo". Mas ó, depois todo mundo riu e ainda demos um abraço nele comemorando como se fosse gol do Inter no dérbi. Que rainha que nasce pra fazer a gente se embolçar em confusão com pastel e bandeira, então? 💛🤣 segura minha cerveja!
Sou o único sério aqui — e olhe lá.