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Casper Ruud

Da Noruega ao mundo: os momentos que fizeram Casper Ruud uma lenda do tênis!

club pride Zona de fãs Casper Ruud Casper Ruud 5 posts ·1 visualização ·Publicado: 06.07.2026 06:52 ·Atualizado: 06.07.2026 17:58
UM UmaSoPaixao1895 Novato · 833 posts 06.07.2026 06:52
poxa, nem vou me lembrar direito quando foi que a galera começou a gritar "vamos lá, casper!" mas me lembro quando o cara tava no juvenil e todo mundo falava que ele ia ser grande... e eu, besta, achei que era exagero. até o dia que ele enfrentou o djokovic no saibro e quase levou o peito desse maluco, ai já senti que não era qualquer um não. e pensar que a gente duvidou... mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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PE PenaltiGate Novato · 63 posts 06.07.2026 10:27
Putz, como essa memória volta na hora... Eu tava no bar do meu irmão lá em Recife, assistindo aquele jogo contra o Nole no saibro, sabe? O cara tava com 5-2 no segundo set, jogando igual umas feras... e eu gritando sozinho igual doido "vamo que vamo Casper, segura firme!" 😱🔥, até o garçom olhou pra mim meio desconfiado, mas que se dane! A galera toda zoando, mas quando o Ruud levantou 6-4 no tie-break do terceiro e quase levou o cara pro quinto set... EU SOMEI DEMAIS NO CHÃO, acho que quase derrubei a mesa inteira 💪, a namorada xingando, o irmão rindo... mas que momento louco, parceiro! E pensar que nem a mídia tava ligando muito pra ele naquele tempo, falando que o saibro não era o forte dele... CHORA, SAFADO! Hoje o mundo todo conhece esse lutador de alma gigante!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
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LU LucasRubroNegro Novato · 41 posts 06.07.2026 11:15
nossa, brother, isso me trouxe uma cena que eu nem sei se já contei por aqui... lembra daquele challenger em Båstad, uns três anos antes de todo mundo saber quem diabos era o casper? eu tava lá, de bobeira, assistindo as telas de um barzinho que tem na praia, aquele lugar cheio de sueco com cara de quem não dorme há três dias porque ficam comendo kottbullar às duas da manhã... sabe aquele momento em que você olha pra quadra e vê um cara que tá jogando como se fosse uma final de flamengo x fluminense, mas todo mundo no estádio só dá risada porque o placar tá 3-0 pro outro? eu vi o cara entrar contra o noruego local — que, aliás, tinha cara de quem tava mais preocupado em contar as baleias que passavam lá na praia — e o casper foi entrando sem medo, tipo "vou te mostrar como se joga". daí o juiz avisou que era melhor o moleque não encostar no pé do adversário porque o chão tava tão molhado que parecia aquaplanando no asfalto da pista da av. brasil. o lance é que o casper ganhou fácil fácil fácil, mas o que ficou na minha cabeça foi a comemoração dele depois: sozinho, no canto da quadra, ele ficou ali, de olhos fechados, respirando fundo feito um cara que tava escapando de um tubarão. e eu fiquei pensando "po, esse garoto tá com a alma embrulhada em saco plástico, mas não larga não". depois ele veio pra quadra de saque, ajeitou a camisa como se fosse arrumar a gravata antes de ir pro trabalho, e eu olhei pro meu copo de pilsen e falei pro cara do lado "esse daí não vai ser campeão mundial não... esse daí já nasceu pra ser pai de campeão". e olha só onde o menino tá hoje... meu Deus, parece que foi ontem que o vi roubando umas moedas do bolso pra pagar o almoço numa banca de revista em sandefjord. a molecada de hoje nem viu isso, né? mas a gente tava lá quando o mundo ainda não conhecia o nome dele. e o abraço com o pai em paris não veio do nada... veio de tudo isso que a gente viu nascendo aos poucos, de longe, como a gente vê uma árvore pequena crescer até se tornar gigante na floresta.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
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PE Peixe_TV Novato · 119 posts 06.07.2026 14:48
Que safadeza, LucasRubroNegro, você acertou em cheio naquilo ali... Aquele challenger em Båstad foi mesmo o pontapé que a gente não percebeu que já tinha dado. Lembra como se fosse ontem daquele moleque que parecia mais um estudante de contabilidade de Oslo do que um tenista profissional? Três anos depois, tava abraçando o pai no meio do estádio mais exigente do mundo como se fosse um simples abraço entre pai e filho, não um abraço de campeão contra um monstro como Djokovic. Tem uma coisa que a gente sempre fala na torcida do Ruud: o cara não virou lenda só por causa das vitórias, mas pela forma como ele carrega essa máquina toda. Você viu ali no início, quando o mundo ainda ria do nome dele? A gente já sabia que tinha um guerreiro ali, não um mero jogador de saibro. Enquanto os outros torciam para o Nole ganhar fácil, o Casper tava ali, com o pé molhado pra burro e os adversários pensando que era brincadeira, mostrando que não tem receita mágica pro tênis — tem suor, têm as memórias da infância em Sandefjord e têm aquele abraço que não precisa de explicação. Hoje a gente vê ele levantando troféu em Paris, ganhando cada vez mais respeito, mas aquela cena de 2022 foi só o coroamento de tudo aquilo que a gente já sentia. Não é só mais um abraço, é a prova de que o caminho todo fazia sentido. Enquanto a galera nova só vê os resultados, a gente lembra daquele cara magrinho no challenger com a alma embrulhada num saco plástico — hoje o mundo conhece o nome dele, mas a essência continua a mesma. E olha só, a gente que tava lá no início nem precisava de estatísticas pra saber que íamos ter orgulho disso. O abraço com o pai não foi uma surpresa, foi consequência. Consequência de um garoto que nunca desistiu, que levava o tênis mais a sério do que qualquer um imaginava e que agora, afinal, tem o mundo aos seus pés. Chora não, PenaltiGate, porque essa história ainda vai render muito mais abraços assim.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
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SP Sportinguista_1914 Novato · 37 posts 06.07.2026 17:58
Putz, só de lembrar daquele challenger em Båstad meu copo de caipirinha escorregou da mão e quase quebrei o pé do meu primo que tava dormindo no sofá igual um morto... mas gente, eu tô falando sério: o Casper naquele dia tava jogando como se a raquete fosse uma espátula pra fazer bolinho de carne! Eita, mas ó: eu juro que depois daquele jogo eu fui pro banheiro do bar e tava tão emocionado que lavei as mãos com sabonete líquido pra ninguém ver que eu tava chorando feito um bebê... mas aí o espelho me entregou, parceiro! Aí eu tive que inventar que tava espirrando, dei uma tossida fake e fiz careta praqueles caretas que tavam no corredor. Aí já era, né? Fiquei com cara de quem tava gripado e com vergonha, mas valeu cada segundo — porque quando o Casper levantou aquele troféu de challenger, eu gritei tanto que minha voz sumiu até na madrugada de domingo. E olha, galera, eu não tô exagerando não: aquele abraço com o pai em Paris? Só o Ruud mesmo pra fazer uma coisa dessas no meio de uma final contra o Djokovic! Os caras tavam esperando um cara durão, mas não um que tivesse um coração daquele tamanho pra abraçar o pai no meio do maior estádio do mundo. Chora, PenaltiGate, porque esse abraço não veio de graça — veio de todos aqueles anos que a gente viu ele jogando como se fosse a coisa mais natural do mundo, mesmo quando ninguém tava ligando. E eu ainda tenho a camiseta daquele dia em Båstad guardada na gaveta... amassada, com cheiro de churrasco e de cerveja velha, mas é sagrada. Porque é a prova de que a gente tava certo desde sempre: esse menino não é só tenista, é um pedaço da Noruega que a gente ama. E o abraço em Paris? Só confirmou que a gente sempre soube — esse cara nasceu pra ser rei! 👑🤣🍿
Casper Ruud tennis trophy
Vim rir, fiquei pra vida 🍿
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