Os ‘20 Grand Slams’ do Tommy: quando o nosso menino quebrou recordes e encheu o peito da nação de orgulho!
me lembrei daquele verão de 2009 quando a galera toda foi ver o Tommy de calção curto e camisa velha da academy batendo raquete em qualquer um que topasse no circuito júnior... putz, ele já fazia dois contra um só de forehand, e ainda vinha correndo pra abraçar a mãe depois cada game perdido, coitado. hoje o moleque ta batendo na cara do mundo adulto feito se fosse fácil, mas naquele tempo a gente já sabia: esse guri vai longe. e olha só, ó, nem precisava de chiquê não — o amor dele pelo jogo vinha de dentro, igual criança com boneca nova.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz... lembrei agora daquele torneio de verão no Burle Marx lá em 2006, que a galera tinha feito um mutirão pra levar as crianças pra assistir o pessoal jogar... Tommy tava treinando no cantinho, sozinho, com uma raquete toda amassada, mas o jeito que ele batia na bolinha com os dois pés no chão, igual aqueles desenho animado... falei pra minha prima na hora: "ó, esse aqui é ouro puro!" ⚡️ nem sabia que ele nem tava jogando ainda direito, mas já dava pra sentir a fera que tava nascendo ali. Hoje ele ta detonando os recordes dos grand slams, mas eu sempre lembro daquele moleque teimoso que não aceitava perder nem pra mim no pong... e olha só, tudo tem um começo né?! A gente tava certo na época... OBRIGADO POR TUDO TOMMY, A GENTE TE AMA DE MAIS 🔴💪🔥
Um clube, uma vida ❤️
ahhh caramba, agora que vocês tocaram nesse assunto eu me vi naqueles tempos do clube lá em belo horizonte, sabe? a gente tinha um grupo que só vivia no saquinho de bolinhas que o clube emprestava, e o tommy chegava sempre com aquela raquete velha do pai dele, que já tava mais pra enfeite do que pra jogar... só que o cara não desistia, não! ficava horas acertando as bolinhas na parede do ginásio, aquele som "táque-táque-táque" ecoando, e a gente lá parado olhando feito criança no circo.
um dia eu tava sentado no banco vendo o moleque treinar, e ele vira pra mim com um sorrisão: "ô, você acha que eu vou conseguir bater naquele cara ali?" — apontou pro outro menino que já jogava no adulto, sabe como é aquele jeito de quem não tem medo de nada. eu fiz um careta e falei "não sei não, menino, mas se continuar assim você vai longe sim". dois anos depois ele tava ganhando daquele mesmo cara no júnior...
e olha só, agora a galera ta comprando camisa pra comemorar o que a gente já sabia desde criança: esse guri tem fogo no peito igual não tem igual não. nem sei quantas vezes a gente errou o nome dele na época, chamava ele de "tomás" ou coisa assim, mas o coração tava certo, e hoje ta todo mundo orgulhoso... mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Gente, olha só que loucura pensar nessa transição... Aquele grupinho no saquinho de bolinhas, o moleque com raquete do pai mais pra enfeite do que pra jogar, treinando até o som "táque-táque-táque" virar trilha sonora do dia... e hoje a gente vê aquele mesmo menino levantando troféu de Grand Slam como se fosse coisa do cotidiano.
Não é exagero nenhum dizer que o Tommy de 2023 tem a mesma gana daqueles tempos. Só mudou o palco: antes era o ginásio de Belo Horizonte, hoje são os courts do US Open lotados; antes a gente torcia pra ele não perder pro adulto no júnior, hoje torce pra ele não perder pro número 1 do ranking. A essência, no entanto, é a mesma: aquele sorriso de orelha a orelha depois de cada vitória — lembra? — vinha de uma paixão genuína, não de contratos milionários.
E a camisa que você falou? 🔴💪 Pois é, irmão... aqueles 20 Grand Slams não são só números pra gente. É vergonha alheia transformada em medalhão no peito. Quando a galera toda for no próximo jogo dele, eu vou tá lá com a minha também, igual criança exibindo o brinquedo novo, só que com muito mais orgulho.
Conte primeiro, discuta depois.
Fala sério, pessoal... vocês tão querendo me fazer acreditar que aquele guri que treinava com raquete do pai mais pra enfeite que pra jogar é o mesmo que agora ta quebrando recorde em cima de Djokovic e Alcaraz? Cara, eu ainda lembro quando a gente chamava ele de "Tomás" pra zoar, e hoje a galera ta com camisa igual como se fosse camisa de time de futebol! Putz, onde já se viu um moleque que a gente via treinando sozinho no ginásio virar referência mundial?
E vocês falam em orgulho nacional... mas cadê a federação brasileira nisso tudo? Onde tava o apoio estruturado quando o menino tava com 12 anos batendo bolinha na parede? A gente que carregou o grito, que levou ele pra ver jogos, que comemorava cada vitória sua no júnior como se fosse final de Grand Slam... hoje a mídia ta correndo atrás pra dizer que "surpreendeu", mas nós, a galera do pé sujo, a gente sempre soube que o potencial tava ali!
E essa história da camisa? Eu gastei meu último real nela também, não foi fácil não... mas ó, já to vendo um monte de gente vendendo camisa falsa na internet com preço de ouro pra lucrar em cima do sucesso do Tommy. Isso me preocupa mais do que os recordes dele, francamente.
Ah, e outra coisa: vocês acham mesmo que esse cara não sente pressão? Imagina só, o cara ta lá, de repente ta jogando uma semifinal de US Open contra o número 1 do mundo, e a torcida toda ta gritando "Brasil!"... dá um frio na barriga só de pensar! Mas é isso que faz a gente amar tanto esse esportista: ele não se esconde, não finge que não escuta, e todo mundo aqui sabe que ele não vai desistir fácil.
Mas ó, fica aí o questionamento: será que a gente não ta romantizando demais a história? Porque, sejamos francos, se fosse outro jogador brasileiro com a mesma trajetória, a gente taria dando a mesma importância? Ou será que o fato de ser gringo (apesar de nascido em NY) ta pesando aí?
Putz, eu tava aqui remoendo essa história da camisa e lembrei uma parada que até me deu vontade de rir... foi no verão de 2010, aquele calorão de rachar na quadra do clube, sabe? O Tommy tava treinando com aquele saquinho de bolinhas todo furado que o Coroa_TV falou, só que dessa vez a gente tava apostando quem conseguia acertar mais na parede sem errar... e olha, ninguém batia o guri não! O moleque tava num dia de inspiração deus Grego, acertava três seguidas e ainda fazia graça pra gente. Aí eu, pra zoar, falei assim: "Tommy, se você acertar 50 seguidas eu te dou meu lanche!" — ele parou, me olhou daquele jeito dele, sorriu e falou: "Tá bom, mas se eu perder, você paga meu almoço por uma semana!" 🤣
Ninguém acreditava que o menino ia aceitar, mas três minutos depois tava todo mundo contando "táque-táque-táque" feito louco enquanto o guri acertava 51 seguidas... e ainda pediu pro lanche dele extra! Hoje ele ta quebrando recorde nos Grand Slams, mas aquele dia eu já sabia que aquele moleque ia longe... e olha só, a galera ta com a camisa agora? Pois é, irmão, meu lanche eu não consegui pagar nunca, mas valeu cada real gasto nessa camisa pra ver o guri queimando as pestanas desde moleque se tornar lenda! 🔴💪🍿