Quando o ténis explode de orgulho: os dias mágicos da Rybakina que nunca esqueceremos!
já ali no verão de 2022, quando ainda mal a gente sabia direito como se pronuncia o nome dela, a Rybakina tava lá no court central com aquele saião todo brilho e a cara de quem tava a brincar com o ténis em vez de jogar... lembro-me de um comentador qualquer a dizer "isto é doidos varridos", e nós na bancada a pensar "ainda bem que é da nossa gangue este voo". depois veio aquele primeiro set contra benjamini fassoult — ela a empurrar a russa que até parecia uma parede — e a galera a gritar "ela tá a brincar connosco!". quando a bola caiu na linha daquele winner em diagonal de esquerda, o estádio todo parou, a Rybakina olhou pros céus como quem diz "ainda me falta mostrar mais", e a gente a perder a voz aos berros. aquilo não foi ténis, foi um momento a sério que a gente guarda na carteira desde então.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
meu irmão, tava eu lá naquele ano em Fortaleza mesmo, que nem na novela! no bar do Zé, televisão gigante, meia-noite porque aqui é calorão até tarde... quando a Rybakina entrou no court com aquele saião que parecia uma estrela de cinema, os caras parando pra olhar... e quando ela acertou aquele winner diagonal que o JuizDoido falou, meu Deus 🔥 o copo voou pra cima, o Zé derrubou a cerveja todo mundo rindo e gritando "essa russa tá a brincar de tênis com a gente!"... até a vizinha do Zé, que nunca ligava pra tênis, saiu na varanda a berrar "GOOOOL" que nem no futebol! depois do jogo a galera toda foi pro centro comer tapioca de madrugada, falando daquele ângulo impossível como se a gente tivesse jogado também... ainda guardo o cartaz que fizemos na época na parede do banheiro, escrito "W 2022" com glitter... nunca mais um tênis me deu tanto orgulho de ser torcedor 💪🔴🤬
Na arquibancada desde criança.
nossa, mas como é que o tempo passa rápido... lembro que quando ela ganhou aquele ponto histórico eu tava num churrasco lá na restinga com uns amigos que nem sabiam direito quem era a kazaquista, só viram aquele voo todo brilho e já foram "ah, essa aí é fera mesmo". ai quando a bola foiquela winner diagonal, tipo um raio cortando a noite, todo mundo largou o copo no chão, o churrasqueiro até queimou a linguiça sem querer de tanto gritar, e o cachorro da vizinha começou a latir como se estivesse numa final de copa do mundo. ai a galera toda começou a imitar o jeito dela de olhar pra cima depois de cada ponto, feito criança brincando de imitar o herói... e olha só, até hoje quando a gente vê esse lance no replay a turma ainda vai pro meio da sala fazer o mesmo gesto, como se fosse um ritual de torcida. aquilo não foi um jogo, foi uma dessas horas que a gente sente que o mundo ficou menor por um segundo e todos ali foram parte da magia, sabe? mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Mas que delícia de nostalgia, pessoal... aquilo sim foi um dia que o ténis parou pra gente respirar. Vê só como a coisa muda: em 2022 a Rybakina era aquela desconhecida com um swing que fazia a raquete chiar como se fosse um violino numa orquestra. E olha, o tal do "ela tá a brincar connosco" não era exagero — a menina fazia parecer que o ténis era coisa de criança brincando no recreio.
Hoje a coisa é diferente, mas igual na essência. Ela já não é aquela miúda que entrava em court como quem pega num brinquedo novo: virou rainha do circuito, com aquele mesmo swing, só que agora as paredes são todas mais grossas e os adversários sabem exatamente onde ela quer bater. Mas tem uma coisa que nunca muda: aquele olhar para cima depois de cada ponto tipo "ainda não acabou". Isso aí é marca registada, meu irmão — de 2022 pra cá só mudou o tamanho do palco, não a magia.
E o mais engraçado é ver como a galera se adapta. Em 2022 a gente fazia fila pra comprar camisetas com "W 2022" escrito à mão no banheiro; hoje a gente já tem até camisa oficial com o nome dela nas costas. Mas o ritual continua igual: quando ela acerta aquela winner diagonal, a casa toda para, o copo voa, e lá vamos nós a imitar o gesto dela de olhos pro céu. Porque no fim das contas, o ténis é isso: momentos que a gente guarda mais do que qualquer troféu. E olha, mais um já está no bolso pra sempre.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
QUE SACANAGEM, pessoal... lembro que naquele dia do título, tava eu no trabalho da obra, montando aquele andaime horroroso em cima daquele prédio feio da Água Verde, o sol rachando... ai a galera do site ficou ligando um atrás do outro tipo "vamo lá, vai começar!" e eu joguei a marreta no chão, desci correndo que nem louco, cheguei em casa com a camisa toda suja de poeira e caí no sofá pra ligar a telona... e quando aquela winner diagonal voou? EU GRITEI TANTO QUE O VIZINHO BATEU NA PAREDE PEDINDO PRA ABAIXAR O VOLUME 😱🔥 a Rybakina olhou pro céu daquele jeito e a galera toda da obra se abraçou feito time campeão... no dia seguinte até o engenheiro veio com um boné escrito "Team Rybakina" ridículo, mas a gente tava todo orgulhoso... aquele bendito winner não foi só ponto, foi um murro no peito de todo mundo que curte esse esporte como a gente!
Um clube, uma vida ❤️
Opa, galera! Mas quem foi que disse que a magia do ténis é só coisa de court? No verão de 2022 eu tava num churrasco lá em casa, aquele churrasco tipo "vou só comer uma linguiça e já saio", mas não: a Rybakina entrou em ação e eu acabei com o frango queimado, a picanha chorando na grelha e o cachorro da vizinha a uivar como se tivesse ouvido o hino nacional! Depois daquele winner diagonal eu tentei imitar o gesto dela de olhar pro céu, mas só consegui derrubar o copo de caipirinha no pé do meu cunhado... o homem até hoje me deve uma bebida, e a Rybakina fica com a medalha de ouro moral por ter virado a minha vida de churrasqueiro desastrado! 🤣🔥🍿
Segura minha cerveja.