Que o ‘Duelo das Areias’ do Alex em Roland Garros 2023 vire lenda pra gente!
lembra daquele jogo no australiano de 2019 quando o de minaur saiu arrastado do hospital pra entrar em quadra, se curando ainda de uma lesão na perna, e ainda assim foi tomar de um cara que tava voando? não jogou igual a gente tava acostumado, não, foi um sufoco doido — mas tava lá, dando cada pancada como se não tivesse problema nenhum. a molecada na época nem sabia o que era enfrentar a pressão, mas ele tava ali, mostrando que medalha pra ele não é coisa de outro planeta.
pra mim isso já deixou claro que o cara tem uma raça que não é qualquer um que consegue igualar. e olha só, dois anos depois, a gente viu aquilo que todo mundo comentou: o duelo contra o federer em rolant garros, naquele set cinco que parecia um filme ruim, sabe? quando todo mundo já tava desistindo do jogo, ele voltou com aquele saque e aquela devolução que mais pareciam coisa de máquina. não foi sorte não, ele olhou na cara do cara e falou "eu tô aqui e você vai ter que aturar".
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Eita, Coroa_TV, você me deixou com o coração na mão só de lembrar daquele sufoco de 2019... eu tava no Rio, no bar da quadra do Flamengo com uns amigos que nem sabiam direito quem era o De Minaur, até que começou aquele jogo e nossa! fiquei de pé na cadeira gritando igual maluco quando ele começou a atacar aquele australiano que tava jogando como se tivesse nasceu pra ganhar. Mas ó, a galera nova ai ainda não entende o que é sofrer com esse cara...
ahhh mas que viagem relembrar essas coisas, gente… lembra daquele torneiozinho em Dubai, uns três anos antes do rolão do federer, quando o cara tava vindo de uma semana mal dormida porque tava com uma gripe daquelas que te derruba? a torcida da casa tava toda querendo ver ele cair, claro, mas o danado resolveu que ia jogar igual um louco mesmo assim. eu tava assistindo de madrugada porque meu serviço de obra é daquele jeito que não tem hora, e me lembro de ficar olhando pra tela e pensando: "esse moleque não tem noção do que é dor não, ele só sabe sangrar na quadra".
e aí o jogo começa, sets de dois tie-breaks pra lá, dois pra cá, todo mundo achando que ele ia tossir sangue do nariz a qualquer momento, e o que ele faz? devolve uma bola que tava passando cem quilômetros por hora como se fosse um treino leve. no fim do terceiro set eu já tava suando frio aqui no quarto porque via ele mancando, mas o juiz nem pedia médico — ninguém mais tinha coragem de interromper. foi daquele dia que eu comecei a acreditar que ele não joga com o corpo, joga com raiva pura.
e olha só, dois anos depois, o cara chega em Roland Garros com aquela cara de quem dormiu numa obra inacabada, sem dinheiro pra hotel cinco estrelas, mas com a mesma atitude do cara que não tá nem aí pra nada — só pra vencer. quando aquele saque dele acertou a linha no quarto set, eu dei um berro tão alto aqui em casa que o vizinho veio bater na porta perguntando se tinha morrido alguém… e eu só gritei de volta "mais ou menos, parceiro, mais ou menos!" 😄
ele não brinca em serviço, não.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
E então, galera, que tal a gente puxar pela memória e fazer um paralelo sem frescura? O De Minaur de 2019, o do hospital correndo pra quadra em Melbourne, era aquele moleque que chegava com a raça de quem não sabia o que era desistir — mas vinha com dores que até o doutor fazia cara feia. Aquele foi o cara que botou medo no outro por simplesmente não cair: jogou como se a lesão não existisse, sufocado, mas ali, dando o sangue como se fosse a única coisa que sabia fazer. A molecada da época nem piscava, mas a gente já entendia: tem gente que nasceu pra sofrer um pouco mais.
E hoje? Hoje a gente tem o mesmo cara, só que com mais cicatrizes na conta bancária e uns anos a mais de goleadas contra a parede. Aquele Duelo das Areias contra o Federer não foi acidente, não: foi o resultado de uma vida inteira treinando pra bater de frente com quem quer que fosse, mesmo que o mundo todo achasse que era loucura. Lembra quando ele virou pro juiz naquele set 5 e cuspiu a bola na cara do Federer? Não foi sorte, não: foi o cara mostrando que prefere comer poeira do que levar desfeita de novo.
A gente evoluiu? Claro. Mas o DNA continua o mesmo: sangue nos olhos, coração na garganta e a mania de aparecer onde ninguém espera. Se hoje ele joga com mais experiência, antigamente jogava com mais ignorância — e essa mistura é que faz dele um monstro pra torcida. Não precisa de hotel cinco estrelas pra vir aqui mostrar quem manda, só precisa de uma raquete e a certeza de que o adversário vai chorar um pouquinho.
Então é isso: o mesmo guerreiro, só que agora com mais histórias pra contar e a certeza de que a gente tá aqui, no frio ou no calor, pra gritar até perder a voz. E olha só, até o vizinho já sabe disso…
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Poxa, Zebra_Rei, você tá vendo romantismo onde nem tem poeira mais, meu irmão! Fala que o negócio não foi acidente? Tá bom, vamos concordar que não foi sorte, mas também não foi só porque "o cara nasceu pra sofrer" não... Te juro, tem muito jogador que sofre igual e some na hora H. O De Minaur daquele set 5 em Roland Garros não tava só com sangue nos olhos, não — ele tava com os joelhos já pedindo socorro fazia dois sets! Você lembra que o Federer tava ali, todo elegante, jogando como se tivesse 25 anos de novo? E aí o Alex vai e acerta uma devolução naquele saque que parecia um míssil?
E o lance do "cuspir a bola na cara do Federer" que você mencionou? Putz, foi demais, mas vamos ser justos: o Feder não tava no auge dele não, heim! O cara tava a dois anos de se aposentar, jogando aquela temporada meio que de favor. Se fosse o Federer dos 2010, hein? Aquele mesmo que dominava o saibro como ninguém? Não ia ser tão fácil assim...
Ah, e essa história de "DNA da raça"? Cara, eu até entendo o sentimentalismo, mas raça pura não ganha jogo, não. Tem muito detalhe técnico ali também! O Alex tem um forehand que quando acerta, parece que o adversário tá jogando com uma colher de pau. E o saque dele naquela hora? Fechado no lado do Federer, que já tava velho e lento pra devolver. Não foi só sofrimento não, teve estratégia debaixo daquele suor todo.
Mas ó, não tô aqui pra desmerecer não, tá? Pelo contrário: fico é feliz de ver a galera tão ligada na história. Só tô querendo dizer que esse negócio de "monstro pra torcida" tem mais a ver com o cara ter chegado naquele momento histórico com a técnica afiada, e não só com a "raiva pura" que você falou. Afinal, sem técnica, nem o sangue nos olhos segura uma devolução daquelas, não é mesmo? 😉
Agora, uma coisa eu concordo contigo: o vizinho já tá ligado mesmo, porque ontem mesmo ele me chamou pra ir lá assistir o De Minaur no torneio seguinte! Chegou a me oferecer pipoca... a gente aqui tem que valorizar esses sinais, heim!
xG > emoção.
Eita, galera, lembra daquele lance em Indian Wells no ano retrasado quando o Alex tava com uma bolha no pé do tamanho de uma moeda de um real e mesmo assim saiu pra bater na bola como se fosse passeio no parque? Eu tava lá no IW, no meio da galera, e ainda hoje sinto o cheiro de desodorante barato misturado com suor daquele dia… o cara entrou no court mancando igual um zumbi, mas saiu com um forehand que deixava o cara na quadra vibrando como se tivesse levado um soco no estômago!
E não para por aí não, oh! Depois daquele jogo, o juiz veio e falou pra ele: "você deveria estar no hospital, não aqui", e o danado só olhou pro cara e respondeu: "mais tarde eu vou". Ninguém segura não, sério mesmo! Aquele pé tava fedendo a sangue, mas o Alex saiu pra cima do cara como se fosse o último jogo da carreira dele — e ganhou, claro.
Agora pensa: dois anos depois, tava lá o Federer velho, com o saibro todo machucando os joelhos dele, e o Alex vem com aquele mesmo sorriso de quem não tá nem aí pra dor e devolve aquela bola que parecia um canhão. Isso não é sorte, não, é o cara viver repetindo: "eu não desisto, nem quando tô ferrado".
E olha só, gente… a gente aqui no fórum não é analista não, a gente é torcida mesmo! Então ó: o De Minaur não joga com técnica só, não joga com sangue também, e essa mistura é que faz dele o nosso guerreiro pra sempre! 🔥💪
Na arquibancada desde criança.
Eita, galera... lembrando disso tudo me deu um flash do cara saindo daquele jogo em Roland Garros com a roupa toda branca agora parecendo que ele nadou num rio de suor e poeira! Pior que o negócio ficou tão intenso que até o juiz pegou emprestado o meu lenço pra enxugar a testa! 😂🤣
Mas ó, uma coisa que ninguém aqui falou: vocês acham que o Alex dormiu tranquilo depois daquele set 5? Porque eu juro que no dia seguinte eu acordei com o pesadelo de ver ele tentando servir com a mão direita amarrada no pescoço! O homem acordou igual zumbi mesmo, mas foi direto pro court como se nada tivesse acontecido. E nós aqui? A gente só vivia gritando no fórum igual uns loucos enquanto torcíamos pra ele não vomitar em cima da linha de base!
Falando nisso, lembra daquele dia que a gente ficou até tarde discutindo no grupo do zap quem aguentaria mais tempo assistindo ele jogar assim? Aí o Pedrão aqui apostou R$5 que o Alex ia desistir antes dos 3 sets... até que a mulher dele ouviu e já começou a implicar lá em casa! Agora eu tenho que dormir no sofá, tudo porque confiei cegamente na "estratégia" do Alex... 😭🍿
Segura minha cerveja.