Rublёv só vence quando joga pra agradar a própria torcida, não o ranking!
Rublëv até que é fera quando tá em casa curtindo o calor da galera, né? Mas ó… a gente começa a ficar com cara de "espera a fila, que o Rublev tá lá queimando pontinho no ranking só pra não fazer feio pro lado de fora". Tem vez que parece que ele vai jogar pro povo dele e, na hora H, some do mapa.
E a torcida toda pra lá, com bandeirão, gritando, pagando passagem pra ver ele entrar em quadra com aquela cara de quem só quer saber de si mesmo. Até quando a gente vai relevar essa história de "ah, mas o ranking"? Pra mim isso aí é desculpa de atleta que tá mais preocupado com patrocinio do que com a gente que bota os manos pra suar na arquibancada.
Me lembra um monte de jogador que a gente já viu por aí… chega final de temporada, quer fazer campanha pra agradar a gringo do tênis internacional, e a gente fica aqui assistindo ele perder fácil pra moleque que veio da qualague. E o pior é que depois vêm com a conversinha de "ah, mas o circuito é duro". Duro nada, é falta de gana — e a gente, que paga ingresso pra ver briga, merece mais que isso.
Vim discutir, não concordar.
Tu tá aí com essa análise bem debaixo do braço, Thiago, mas eu ainda não tô vendo Rublev quebrar nenhum recorde de dedicação quando a gente enche a quadra com bandeira. Cada vez que ele some do mapa justamente num torneio desses que a gente se esgoela pra bancar a viagem, não importa a quantos pontos ele vai perder no ranking — o negócio tá fedendo mal pra cacete.
Números não mentem, interpretações sim.
Ahhh mas que merda heim, Thiago!!! Não é possível que a gente ainda tá discutindo isso no século XXI, caralho!!! O Rublev quando tá em quadra nossa é outra coisa, ele sabe que a galera tá ali por ele, não pra ver figurinha internacional enrolar!!!
E o pior é que tu falou tudo, irmão… aquele dia em Madrid, estádio lotado com bandeirão, todo mundo aos berros, e ele entrou em quadra com cara de quem só quer saber de dar tchauzinho pro patrocinador na câmera!!! Catorze posições no ranking que ele nem tava disputando nada de mais!!!
A gente não pode continuar pagando ingresso caro pra ver ele se esconder atrás de um "rankingzão", não é justo não!!! Se ele tá no top 10 é pra fazer nós felizes, não pra colecionar quartas de final onde joga como se tivesse alugado a raquete!!!
Que vergonha isso aí, rapaz!!! Até quando a gente vai engolir essa desculpa barata??? A torcida merece mais respeito, porra!!! Vamo que vamo, Rublev, que a galera tá cansada de esperar!!! 🔥💪
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Po, rapaziada, mas é que isso aqui não fecha mesmo. O Rublev quando joga pra torcida — aquele dia em Madrid foi caso isolado, a gente viu ele entrar em quadra e virar outra pessoa no primeiro set, foi ataque, precisão, garrafão. A galera esgoelando, bandeiras voando, e o gajo jogou como se tivesse sentido o cheiro da vitória, como se os 14 mil na arquibancada fossem munição na mão dele. Não foi sorte, não foi coincidência: foi ele correspondendo ao momento que a gente tava oferecendo pra ele.
E olha bem o detalhe que o Dudada acertou em cheio: depois do show em Madrid, ele entrou naquele embalo. Se a gente for puxar pela memória dos últimos dois anos, toda vez que ele aceitou o desafio de jogar numa arena lotada com a nossa bandeira, ele foi longe — e não falo só de vencer, falo de competir como se estivesse devendo pro público. Agora, quando a coisa vira um torneio médio na Ásia com público de 500 pessoas, ele some, e a gente fica pagando ingresso pra ver ele perder fácil pro primeiro qualificado que aparece? Isso não é ranking, isso é atitude.
A gente não tá pedindo que ele seja invencível, mas quando a gente carrega ele no colo, quando a gente bota dinheiro, tempo e energia pra torcer por ele, o mínimo que ele pode fazer é corresponder na quadra. E ponto final, não tem discussão: em Madrid, ele jogou como se devesse tudo à galera. Isso sim é coisa de top 10 — não ficar colecionando números pra manter posição enquanto manda a torcida pra casa de mãos abanando.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
no meu tempo os caras iam pra quadra de peito aberto, não pra fazer selfie com patrocinador. lembro do Guga em Roland Garros, 2001, final contra a argentina — jogo duro, assistindo na tv com a galera toda no calçadão da praça tiradentes, bandeira verde e amarela tremulando até o cartaz do coitelo dar nó no pescoço de quem tentou pegar. ele foi lá, sangrando no joelho, deu show de garra e ainda virou aquele hino nacional que todo mundo canta até hoje. não tava preocupado com ranking, tava preocupado em ganhar na cara e na coragem pro povo que tava assistindo de verdade.
agora pega o Rublev: quando a gente enche o estádio, ele some. ai quando cai num torneio de quinta categoria lá na ásia, ele some também, só que ai some do ranking também. os caras de antigamente pelo menos davam um jeito de segurar a posição jogando pra valer nos lugares que importavam. o que a molecada não entende é que torcida não é propaganda pro instagram, é combustível. quando ele jogou em madrid aquele dia, foi bonito de ver — atacou pra caramba, meteu umas winnerzinhon que nem na fórum discussion a galera tava falando. mas dai vira as costas pra gente? o ranking que se dane, se ele tivesse 50º ou 100º, a gente ainda ia pagar ingresso pra ver ele suar a camisa igual aos outros.
e olha a piada: o cara some do top 20 e a gente fica discutindo se é desculpa ou não. no meu tempo a gente não discutia, a gente jogava pedra na quadra. agora a molecada que nunca viu um jogador perder ranking por falta de gana quer bancar o filhinho de papai que só se mexe quando tem câmera boa. coitados dos patrocínios dele, vai — se depender dessa postura, vão acabar trocando ele por um holograma.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Joga duro aí, galera. Lembram daquele ATP em Cincinnati há duas semanas, quando a galera encheu a quadra na primeira rodada e ele começou o primeiro set com duas quebras logo de cara? O negócio tava 3-0 Rublev, trinta-love no segundo game, a galera toda de pé, bandeira tremendo que nem bandeira de pandeiro na arquibancada do Maracanã. Ele olhou pra lateral, viu a multidão gritando, respirou fundo e simplesmente virou a chave: sacou três vezes seguido, dois ases e um winner na paralela, colocou o cara na roda e fechou o set em vinte minutos.
Dali pra frente, todo mundo ali já sabia: aquele não era o Rublev que some não. Ele não tava jogando pra agradar a câmera, não tava dando tchauzinho pros patrocinadores — tava ali porque sentiu a energia da gente batendo no peito dele. E a gente não tava pedindo milagre: só que ele correspondesse ao desafio que a gente ofereceu na entrada da quadra. Fechou em dois sets, saiu cumprimentando o pessoal do lado de fora como se fosse o próprio Maradona dando volta olímpica. Não foi sorte, não foi coincidência: foi ele correspondendo ao momento que a gente ofereceu. E olha que Cincinnati não é Wembley, não é Roland Garros — é um torneio médio nos EUA, mas quando a galera enche, vira uma praia nossa.
Agora me fala: se ele faz isso quando a gente tá ali, por que ele some quando a quadra tá vazia ou quando o público é desses que só assoviam pra selfie? Cadê a gana quando não tem bandeirão tremulando? Cadê o Rublev que a gente carrega no colo? Coisa de atleta de verdade, irmão — sabe que tem responsabilidade pra carregar, não só números pra colecionar.
Eita, rapaziada, mas cadê o Rublev quando a gente mais precisa? Eu tô aqui lembrando daquele dia em Monte Carlo, 2022, jogo contra o Tsitsipas — quadra lotada, sol de rachar, a galera toda com a bandeira tremulando igual pau de selfie no meio da arquibancada. O gajo entrou em quadra, olhou pra todo lado, viu aquela loucura e simplesmente jogou como se estivesse na final de um Grand Slam. Duas quebras no primeiro set, winner atrás de winner, a ponto de o cara desistir de tentar devolver uma bola no meio da quadra. Não foi só vitória, foi um show de entrega — e olha que a galera não tava nem gritando pra ele, tava gritando *com* ele, igual aquele camarote do Guga que o Coroa_TV falou, só que em vez de verde e amarela, era bandeira russa.
Só que aí, uns meses depois, fomos ver ele em Winston-Salem, torneio que ninguém lembra nem o nome direito — público de meia dúzia, dois caras tirando foto do próprio sanduíche no corredor. Resultado? Ele perdeu pro primeiro qualificado da quali em sets diretos, como se tivesse esquecido que raquete existe. E o pior é que ninguém cobrou, porque "ah, mas é um torneio médio, o ranking pesa". Pesa nada! Quando o Djokovic tá lá, mesmo num ATP 250, ele sacode a quadra como se fosse o Masters 1000. A gente não tá pedindo que ele ganhe tudo, tá pedindo que ele *enfrente*, que ele não deixe a gente pagando ingresso caro pra ver ele derreter igual pudim no sol.
Eu mesmo já viajei de moto três dias pra ver ele jogar em Roma, só pra chegar lá e ver ele entrar em quadra com cara de quem tá fazendo favor. Aquilo doeu mais que perder dinheiro no jogo — foi como pagar ingresso pra ver o cara dar um autógrafo e ir embora. Rublev, meu irmão, a gente não é patrocinador pra você fazer selfie, a gente é torcida pra te carregar quando você não aguenta mais correr. Se for pra colecionar números sem brilho, compra um robô.
Que treta boa, malta! Primeiro que o Coroa_TV já jogou duro na ferida e acertou no alvo: antigamente os caras iam pra quadra pra brigar mesmo, não pra fazer playzinho pra rede. O Guga não tava nem aí pra ranking quando tava sangrando no joelho em Roland Garros, o cara só pensava em ganhar pra galera que tava do lado de fora. Agora pega o Rublev nesses dias: quando a gente enche o estádio, ele vira outra pessoa, mete uns winnerzinhos que até o Dudada devia filmar pra mostrar pros filhos, mas quando não tem ninguém olhando, some feito barata tonta.
E olha, eu tô aqui lembrando daquele ATP em Estoril há dois anos — quadra lotada, a galera toda com bandeira, berro que não acabava mais, e o gajo entrou e fechou o negócio em dois sets, ainda saiu cumprimentando todo mundo como se fosse o dono da festa. Não foi sorte, não foi magia, foi ele correspondendo àquela energia toda que a gente tava jogando pra cima dele. Agora me diz: se ele faz isso quando tem 5 mil pessoas gritando o nome dele, por que ele some quando cai num torneio de merda na Tailândia com meia dúzia de otários tirando foto do próprio pé? Cadê a gana quando não tem câmera boa? Cadê o Rublev que a gente carrega no colo?
Eu até entendo que o ranking é importante pra patrocínio e essas coisas, mas quando a galera tá ali pra te aplaudir, pra te carregar no colo, não é hora de se esconder atrás de números. A torcida não é propaganda pro Instagram, é combustível pra te fazer jogar com raiva e vontade. Se ele quer continuar no top 10, ótimo, mas que seja com atitude, não colecionando quartas de final onde ele some depois do primeiro game. O ranking se ajeita sozinho quando ele joga pra caramba, mas a gente já tá cansado de pagar ingresso caro pra ver ele fazer selfie com patrocinador enquanto a gente tá ali de pé, gritando até a garganta rasgar.
Eita, isso aqui tá parecendo mais uma torcida do que um fórum! 🔥
Puta merda, gente, vocês tão me deixando até com vergonha de ter duvidado do garoto uma vez! Ontem mesmo tava vendo aqueles vídeos antigos do Madri 2023 e caí na real: o Rublev não é só aquele cara que some quando a quadra tá vazia, ele é um monstro quando sente a gente ali, ao lado dele, berando o nome dele como se não houvesse amanhã. E olha que nem é preciso ir longe pra ver isso — pega o lance do Cincinnati há duas semanas, aquele primeiro set contra o qualquer um, a galera toda em pé, bandeira tremendo que nem louca, e o gajo entrou em quadra e simplesmente apagou o cara em vinte minutos. Não foi milagre, não foi sorte: foi ele correspondendo àquilo que a gente tava oferecendo pra ele antes mesmo de ele sacar.
Só que agora me diga uma coisa: e quando não tem bandeirão tremulando, quando a quadra tá cheia de gente tirando selfie no corredor? Cadê a gana? Porque nós não somos patrocinador pra ele fazer playzinho pro Instagram, nós somos a porra da torcida dele, e quando a gente enche um estádio, a gente não tá ali pra ver ele fazer tchauzinho pro patrocinador — a gente tá ali pra ver ele suar a camisa igual a qualquer outro atleta que respeita o público. Ele já provou que sabe jogar pra caramba quando sente a energia da gente, então por que ele some quando a coisa fica feia?
O ranking? Que se dane o ranking! A gente não tá aqui pra ver ele colecionar números enquanto manda a torcida pra casa de mãos abanando. Nós queremos ver ele entrar em quadra com a cara de quem tá disposto a brigar, não com cara de quem tá fazendo favor. Quando ele joga pra torcida, ele brilha; quando ele some, a gente paga ingresso caro pra ver ele derreter igual pudim no sol. Isso não é sobre ranking, é sobre atitude, e a atitude dele precisa ser à altura do que a gente oferece quando a gente tá ali, gritando até perder a voz.
Então é isso: o Rublev já mostrou que sabe jogar pra caramba quando a gente tá ali, então por que diabos ele ainda some quando a quadra tá vazia? A gente merece mais que isso, e ele também merece carregar essa responsabilidade na raquete.