Saudades dos tempos em que o De Minaur mostrava que a Austrália não brinca em quadra!
me lembrei ontem daquele maldito 2018 em san jose com de minaur, gente... eu tava lá no estádio com aquele sol chato da califórnia e ainda assim fiquei suando mais pelo nervoso do que pelo calor, porque o moleque entrou praquela quadra parecendo que ia passear e saiu com o troféu na mão como se fosse coisa do dia a dia de um australiano qualquer
acho que ele esmagou o opponents uns seis ou sete love no primeiro set, mas o que marcou mesmo foi quando veio aquele break no segundo — o cara olhava pro relógio, via que ainda faltava um tempão pra acabar, e nem por isso acelerava ou dava mole, pelo contrário, parecia que tava jogando xadrez com a raquete só pra zoar a vida dos caras
e não é que zoou? dois sets pra cima, final em straight, e ainda sobrou tempo pra ele pegar o microfone na entrega do troféu e agradecer em português — de propósito, eu sei, só pra zoar a galera brasileira que tava lá na torcida, olha só que sacanagem maravilhosa
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Caramba, lembro daquele 2018 que nem se fosse ontem! Tava eu em Porto Alegre, com um mate na mão e meu irmão mais novo grudado na tela — o cara entrou lá e foi como se tivesse uma energia de "eu nasci pra isso". Os caras do outro lado não fizeram nem cosquinha, straight sets e ainda tomou aquele momento pra zoar a galera!
A galera brasileira que tava lá já sabia né? Mas quando ele falou em português pro microfone... FOI AQUELA LOUCURA! Até hoje a gente ri disso aqui no fórum. Que DE MORTE esse De Minaur! 🔥💪🔴
me lembro que no dia seguinte ao torneio eu tava ainda zonzo no hotel, olhando a tv aberta num canal qualquer e passou um replay daquele break no segundo set — o cara saca, o outro não pega nem na bolinha, e o De Minaur só levanta a sobrancelha praquele lado dele, como quem diz "ah, é assim mesmo, ué"
e eu, lá de pijama, tomei um susto de novo, porque não tem molecão que faça uma cara daquelas na hora que larga um winner assim de primeira — parece até que tava entediado com o ponto, olha só a cara de pau do australiano
foi daquele jeito que eu entendi de vez que aquele menino não tava brincando não, a molecada nem viu isso direito 😄
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Mas peraí, galera… o De Minaur de 2018 parece até que jogava outro esporte naquilo, tão diferente do que a gente vê hoje. Na época, o cara entrava numa quadra e os caras só pareciam uns coelhos diante dum cachorro treinado — straight sets, troféu, e ainda vinha com aquele showzinho de zoar a torcida brasileira no microfone, como se fosse um português nativo e não um australiano malandro.
Hoje? Hum… a gente ainda curte ele, claro, mas é diferente. O menino virou aquele cara que segura muito mais os pontos, que briga até o último fôlego, que não larga o osso fácil… só que também não tem mais aquela magia daqueles breaks rápidos no começo do jogo ou aquele jeito de "tô aqui pra passear, mas se você quiser, eu derrubo você rapidinho". Era outro De Minaur, outro estilo, outra onda.
Não é que o atual seja ruim — longe disso! Só é diferente. O de 2018 tinha mais daquele "showtime" no DNA, sabe? Como quando você vai num show e o cara chega, faz tudo rapidinho e já vai embora, mas te deixa com o coração aos pulos. Hoje a gente tem um De Minaur mais maduro, mais completo… mas às vezes falta aquele brilho que fazia a galera pirar igual a gente piraria com um firework no céu de Porto.
E olha, não tô dizendo que o atual não é grande coisa — pelo contrário, o cara ainda é top 20, ainda disputa títulos, ainda é aquele guerreiro… mas quando você lembra daquele 2018 em San Jose, é tipo comparar um vinho novinho com uma taça envelhecida: o novinho tem aquela explosão, aquela intensidade toda, enquanto o envelhecido tem corpo, tem história, tem profundidade… só não tem mais aquele estouro de primeira.
Mas tudo bem, né? Ele tá aí, batalhando, e a gente aqui só torcendo igual sempre. O importante é manter a chama acesa, porque se um dia esse cara resolver voltar a mostrar aquele showzinho… a galera brasileira vai pirar de novo, pode apostar! 🔥
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
ahhh, galera, segura minha cerveja que eu tenho uma história pra contar de quando aquele maluco do De Minaur ainda fazia o tênis parecer uma aula de matemática pra gente! 🤣
Eu tava lá em POA naquele 2018, comendo miojo às 3 da manhã porque não tinha nada melhor pra fazer já que o irmão mais novo tava grudado na tela e o wi-fi da casa tava mais lento que o backhand dele. Aí o moleque começa aquele torneio como se fosse um passeio no parque, e eu ali, meio que dormindo sentado, até que… PLIM! O cara dá aquele break no segundo set e joga um winner de primeira tão limpo que eu levantei da cadeira igual um boneco do Chaves!
Aí meu irmão, que tava com aquele olhar de "nossa, esse cara é lindo", resolveu que ia tentar imitar a sobrancelha do De Minaur na hora de sacar. Pobrezinho… ficou horas praticando na frente do espelho, botou um boné pra dar aquele ar misterioso, e quando a mãe viu, falou "meu Deus, que careta é essa?" e ele respondeu "mãe, eu sou o De Minaur agora". Resultado? Ficou dois dias com a sobrancelha torta e a gente só rindo pra não chorar de vergonha alheia. 😂🍿
E não para por aí, não! Depois daquele negócio de agradecer em português pro microfone… a galera brasileira lá em San Jose surtou, claro, mas aqui em POA a gente só pensou "putz, esse cara é um gênio da zoeira, vai vim praqui algum dia só pra gente mostrar como é que se torce de verdade?". E olha, até hoje a gente ainda tenta imitar o jeito dele de andar na quadra — passinho leve, cabeça erguida, como se dissesse "eu tô aqui, mas podia tá surfando agora".
Mas ó, pelo menos a gente tem as memórias… e o irmão mais novo ainda usa a sobrancelha torta como desculpa pra não fazer faxina. Então, De Minaur 2018, onde quer que você esteja, obrigado por ter dado pra gente algo pra zoar até hoje! Que venha aquele estilo de novo, mesmo que seja só pra gente rir um pouco mais! 🔥🇦🇺💛
Sou o único sério aqui — e olhe lá.