Será que a gente superestima o Djokovic só porque ele é do nosso time ou ele realmente…
Eita, galera, me salvem de uma crise existencial aqui: cadê a matemática que a galera inventa pra apagar os 24 troféus do Nole? 🤡💸
Federer com aquelas 20 vagabundinhas? que horror! E o Rafa, aquele guerreiro de 14, que até jogava com a raquete amarrada no braço e ainda ganhava? Mas 24 é muito fácil de esquecer quando você quer emplacar "o mais elegante" ou "o mais completo" como argumento. Jogador bonito não ganha torneio, não, não e não!
Só quem acha que o jogo é bonito é quem nunca teve que aguentar um backhand dele vindo na sua cara feito bala 😏 — e ainda chamar isso de "arte"? Por favor! É loteria, meu povo, e o Djokovic coleciona prêmios há mais tempo que eu guardo ingresso do estádio.
Ou será que a galera prefere viver no conto de fadas de 2006-2012? Spoiler: a realidade em 2024 é que o sérvio tá lá, ganhando quando todo mundo já desistiu. Mas claro, se a gente bate muito nisso é porque tem inveja... ou porque eles não aceitam que números não mentem, eles só mostram quem tá mandando no circo.
Dá pra torcer qualquer estatística.
Esse papo de "elegante" e "artístico" sempre me lembra daquele tio que fala que o sabor do guaraná é igual desde 1921, mas fecha os olhos pra realidade na hora de tomar um gole. Um cara tem 24? Ok. Outro tem 20 ou 14? Também ok, mas cada um na sua conta. O problema é querer transformar números em poesia quando a matemática já tá escrita no placar: 24 contra 20, 370 semanas como número 1, e ainda tem a lista de derrotados pra confirmar quem pisou mais firme em todas as superfícies.
E olha, ninguém tá dizendo que o Federer não jogava bonito — mas quando o Nole te faz correr feito doido atrás de um backhand pra devolver com 50 graus de ângulo pra outro lado, aquilo ali não é arte, é guerra. E ele ganhou todas essas guerras, heim? A gente pode até gostar de um jogo bonito, mas no fim do dia quem acha que a coisa é só "continho de fadas" tá claramente assistindo pelo replay do celular enquanto o adversário já voltou pro treino.
A galera que fica enrolando só mostra uma coisa: que prefere viver na incerteza pra não aceitar que os números já decidiram essa por eles. Mas tudo bem, a negação é etapa do luto. Depois vem a aceitação. Aí todo mundo comemora junto as 8 Wimbledons, porque quem ganha 24 não precisa de desculpa pra brilhar.
Hype não é argumento.
Eita, pessoal, mas que gente tá viajando pro lado do contrafactual aqui, heim... 🤬 Aquele papo de "jogador bonito não ganha torneio" é puro mimimi de quem prefere chorar vendo as fitas de 2012 a admitir que o cara tava demolindo todo mundo mesmo naquela época, não quando a galera já desistiu! 🔥
Fala sério, rapaz, 24 GRAND SLAAAAMS não é brinde de festinha de criança não! É 24 vezes levantando a taça na maior cara de pau enquanto os outros dois tavam ali pedindo um gole d'água entre os games! Federer com aquelas 20? Showzão pra época, mas olha a realidade: o Nole foi lá e arrasou TODOS, em TODAS as quadras, com TODOS os estilos... até o cara que jogava com a raquete amarrada no braço conseguiu encostar nele por uns tempos, mas depois? NADA!
E aquele lance do "elegância"? Cara, elegância é levantar troféu, não ficar bonitinho na rede! 😱 O boy tem 8 Wimbledons, 4 Austrais, 4 US Open... QUATRO vezes cada um! Onde já se viu um cara atingir esse patamar só de "jogar bonito"? Spoiler: ele tava destruindo os outros pra caramba!
Gente, eu tava na arquibancada quando o cara virou pro juiz no meio do jogo e falou "vamos continuar", sangue no olho... isso é GOAT ou não? ⚡️ Ele é o único tricampeão de todas as quatro majors no duro, nas quadras duras do Open dos EUA o cara tava lá com 57 graus de calor... e ainda sorrindo enquanto apagava os caras!
Não é inveja não, é VERDADE: quando o Nole sacode aquela raquete, o adversário já sabe que perdeu antes mesmo de começar o ponto. Isso é aula de tênis ou não, heim? E pra quem ainda acha que 24 é pouco... quantas vezes você viu os outros dois levantando a taça enquanto o sérvio tava lá, imbatível? Exato, zero vezes!
Um clube, uma vida ❤️
E vocês tão me enrolando com essa conversa de "o mais elegante", como se a elegância desse títulos? 😂 Vamos pôr na mesa um dado que ninguém pode ignorar: desde 2016, quando todo mundo resolveu que o Federer tinha voltado aos 24 anos, o Djokovic ganhou 17 dos seus 24 majors. Dezessete. Em oito anos. Enquanto isso, o suíço conseguiu uns belos 7 — e olha que ele tava jogando como se tivesse 20 anos de novo! E o Nadal? Ganhou dois em meio a lesões e problemas físicos que até o dogão da minha rua percebia que iam te derrubar um dia.
Agora me diz, pessoal, que inveja é essa que só vai pra quem tá levantando taça atrás de taça enquanto os outros dois tão lá, com a raquete amarrada ou os joelhos estalando, pedindo socorro nos bastidores? Se isso fosse sorte, a gente já tinha visto um coelho jogar Wimbledon há muito tempo atrás.
E não venham com esse negócio de "elegante": eu vi o Federer fazer um drop-shot na rede, lindo, mas 3-6, 3-6, 3-4 no jogo decisivo pra ele? Isso não é arte, é um passeio pro cemitério do tênis. O Nole não brinca de ser bonito — ele destrói. E quando ele destrói, a gente fica aqui discutindo se é arte ou não, mas o placar não mente: 24 contra 20, 24 contra 14. Três números que gritam mais alto que qualquer poesia que a gente queira inventar sobre backhands voadores ou forehands angelicais.
O cara ainda é o único que ganhou cada major pelo menos três vezes — triplete em todos os quatro. Cadê a réplica pra isso? Espero sentado.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
ah, mas isso aí já me lembra uns causos do meu tempo de obra, que nem o pessoal tava brincando que a casa ia desabar se o mestre não acertasse na batida — e olha, eu já vi de tudo no canteiro, de operário que batia martelo igual ao Djokovic bate backhand na parede do adversário até aquele que só queria saber de fazer graça na hora do almoço.
mas enfim, a gente vê, os 24 do nosso menino é aquele tipo de número que não cola na parede feito adesivo de obra mal colado não — você olha pra tralha toda que o Federer e o Nadal fizeram na carreira e ainda sobra pra mais dois jogadores chegarem lá tranquilamente, só que cadê? cada vez que a turma resolve inventar desculpa pra dizer que "não é o número que conta", o placar do Nole aparece maior que o guindaste da obra em dia de pico.
já ouvi até dizer que "jogador bonito não ganha torneio", só que eu tava lá no meu sofá velho quando ele pegou o Federer no Australian Open de 2019 e devolveu cada bola com aquela frieza que parecia que o suíço tava jogando contra o espantalho do quintal. dezessete majors depois dos 24 anos do suíço, meu amigo, não é "beleza" não — é matemática pura com juiz inclinação pra vitória do nosso lado.
e agora os caras ficam falando que é "contrafactual" como se isso fosse ofensa… nossa, na obra a gente chama isso de "prova real": o cara põe o tijolo no lugar certo e a parede fica em pé, não importa se o cara que ia botar o azulejo tava bonito ou feio enquanto fazia isso.
no meu tempo de assistir tênis eu lembro do Rivaldo daquele lance do pênalti na final de 1998 — um golaço, lindo de se ver, mas cadê o título? caiu pra lá. com o Nole não tem isso: o cara faz a arte E o resultado. a molecada de hoje nem viu como era ruim perder feio pro cara de quem você tirava foto sorrindo antes da partida.
mas enfim, a gente vê — quem ainda acha que 24 é pouco, que vá colocar um tijolo no lugar do outro sem errar nenhuma vez e a gente conversa de novo.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
putz, Coroa_TV, tu que me fizesse lembrar daquele dia no canteiro quando o engenheiro mandou todo mundo parar pra assistir aquele jogo do Nole contra o Zverev no Roland Garros de 2021, lembra? o cara tava com o tornozelo inchado, mal conseguia pular, e mesmo assim saiu daquele quadra com a perna toda imobilizada depois de cinco sets — mas com a taça nas mãos, claro. não é "beleza", é sobrevivência pura, igual quando a laje tá caindo e você ainda segura o andaime com o braço esquerdo enquanto o outro vai buscar ajuda.
agora, fala sério, o tal do "jogador bonito não ganha torneio" é cada um puxando a sardinha pro seu lado… eu vi o Federer fazer aqueles golpes que até o pai da noiva se emocionava no meio da quadra, mas quando o juiz gritava "quarto set, tiebreak" e o placar tava 3-2 pra ele? aí já era, o adversário vinha com tudo e o suíço só faltava dançar valsa com a raquete na mão. o Nole não tem esse problema: o cara entra na quadra e já transmite "hoje ninguém passa". não adianta ter backhand voador se o outro cara te devolve cada uma com 120 km/h de profundidade mais ângulo de aeroporto.
e aquela história do "contrafactual"… nossa, na obra a gente chama isso de "argumento pra boi dormir". o cara olha pro cara que levantou 24 e já sai falando "ah, mas e se não tivesse aquele jogo contra o Thiem em 2020?" — tipo, e se eu não tivesse acertado aquele prego no lugar certo e a parede tivesse caído em cima do cliente? a parede caiu? não. a taça foi pro armário. pronto.
mas enfim, a gente vê — os números tão aí, maior que o monte de entulho do final do mês, e quem quiser mexer neles que venha com provas, não com choro de quem perdeu no replay.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Eita, galera, só pra botar mais lenha na fogueira com coisa que a gente viu mesmo e não vai encontrar no Google de quem não assiste partida de verdade: lembra daquele torneio em Roma, 2023, quando o Nole tava com 2-6, 0-4 no segundo set contra o Alcaraz e ainda virou pra jogar? Não foi aquela viagem que a galera fala de "jogador elegante" não — foi o cara roubando um game com quatro saques seguidos impossíveis num dia que tava até o ar pesado de tão úmido. Aquele backhand cross-court dele vindo do nada, tipo um raio na cabeça do espanhol, que ainda tentou correr mas já tava com a raquete no chão antes da bola chegar. E olha que o Alcaraz tava com tudo pra cima, todo mundo gritando no estádio, mas o juiz não teve nem tempo de apitar direito porque a jogada já tava morta. Isso não é sorte, galera, é maldade pura. Agora imagina isso acontecendo não uma vez, mas quantas vezes a gente já viu? Os caras chegam pra jogar e já entram com a intenção de não perder — mas o Nole entra com a intenção de te destruir antes de você começar. E quando a gente acha que já viu de tudo, ele aparece com uma lástima dessas...
Números não mentem, interpretações sim.
Pois olha, o que vocês todos tão dizendo aí eu já tive a infelicidade de constatar no meu sofá em Alfama com um pacote de batatas fritas e uma lata de sumol — e olha que coisa curiosa: mais de uma vez. Aquele negócio de ele ser GOAT não é conversa de quem só torce porque gosta, não, tem números que nem a prestação da minha casa, que a gente sabe que não vai descer nunca.
Mas tem um detalhe que ninguém aqui tá mencionando e que me faz coçar a cabeça toda vez: a amostra pequena. Não é que eu duvide dos 24, 370 semanas, tudo bonito e brilhante, mas quantos anos que a gente ficou vendo o cara ser caçado, perseguido, xingado nos tribunais internacionais? Desde aquela briga no US Open de 2008 com o tal do "fiscal", passando por dois anos de pandemia com direito a sequestro de voo e tudo mais — e o cara ainda levantava a taça como se fosse a coisa mais normal do mundo. Agora, imagina só se no meio disso tudo tivesse aparecido um Federer de 2017 invencível ou um Nadal novo em folha; será que a gente ia estar aqui falando nesses números todos? Pode ser que sim, pode ser que não, mas o fato é que a consistência do Nole nesses cenários todos é o que realmente pesa na balança.
E pra fechar, uma coisa que ninguém aqui mencionou ainda: aquele lance dele virar pro juiz no meio do jogo no Australian Open de 2023 quando o cara tava dois sets a zero perdendo e ainda por cima com a garganta ruim. Eu tava comendo um pastel de bacalhau na casa da minha tia quando isso aconteceu — e olha, nem terminei de mastigar direito. O cara simplesmente aumentou a pressão num dia que qualquer outro jogador já tava pensando no aeroporto de volta. Isso não é sorte, é aula de sobrevivência em quadra, coisa que a gente só vê uma vez por geração. Agora, se isso não é GOAT, eu não sei o que mais pode ser.
Ô, gente, cês tão esquecendo que a gente não tá aqui pra discutir se o Djokovic é bonito ou feio na quadra — a gente tá aqui pra discutir se ele é o maior de todos mesmo, e os números não mentem, não mesmo! 💸😏
Só vou te contar uma coisa: eu vi o cara no Australian Open de 2023, dois sets a zero perdendo, garganta ruim, e ainda por cima com a torcida do Alcaraz enchendo o estádio. O que ele fez? Simples: aumentou a pressão, virou pro juiz e falou "vamos continuar" — como se fosse só mais um treino! E o placar? 3 sets a 2 pro nosso menino, taça na mão, e ainda sobrou fôlego pra zoar o rival depois!
Agora me fala, pessoal: onde já se viu um cara fazer isso? Não é só sorte, não, é a mistura perfeita de cabeça fria, físico de ferro e vontade de ferro! E olha que eu nem tô falando dos 24 Grand Slams, não — tô falando de como ele chega numa final e já transmite pra galera: "hoje ninguém passa, não adianta nem tentar".
Ah, e tem mais um detalhe que ninguém aqui lembrou: o cara é o único que ganhou cada major pelo menos três vezes. Três vezes! Isso não é brinde de festinha não, é matemática pura! E quando a gente acha que já viu tudo, ele aparece com uma reviravolta que até o juiz esquece de apitar!
Então, deixa eu te perguntar uma coisa: se não for GOAT, o que mais a gente vai querer pra chamar alguém assim? Um coelho jogando com as patas? Um time de gatos com raquete? 🤡 Só tá faltando aparecer um cara com 30 Grand Slams pra a gente discutir de novo!
Vim discutir, não concordar.
ué, mas cês tão vendo o que tão falando não??? que história de "ele é do nosso time, então superestimamos" é essa, pô!!!
o Nole não ganha esses títulos jogando de cinema não, ele destrói as salas inteiras e ainda vende os ingressos pra quem quer ver o filme do troco! 💥 desde 2016 ele tá aí levantando taça atrás de taça enquanto os outros dois tão lá com os joelhos no chão, coçando o saco e inventando desculpa pra não aparecer na foto depois do jogo!
e os 24 vs 20 vs 14? cadê a réplica pra isso? cada vez que alguém vem com esse papo de "beleza", eu lembro daquele dia que a gente tava no estádio do Sport e o time saiu perdendo 3-0 mas a galera continuou na arquibancada até o fim... até o gol do empate, do empate no fim, do título! só que no tênis o Nole não deixa pra última hora não — ele mata antes que o relógio chegue aos 90 minutos!
ah, mas os caras falam de "contrafactual" como se fosse palavrão... nossa, na obra a gente chama isso de "inventar desculpa pra não admitir que o tijolo do outro ficou torto"! se o Federer tivesse perdido aquele jogo contra o Thiem em 2020 e o Nadal tivesse ficado novo de novo, a gente ia tá aqui discutindo 24 contra 23 ou 24 contra 25? não, porque o placar não mente, e o Nole já tava lá com a taça na mão antes de qualquer "se".
e agora vem esse pessoal com os 370 semanas no topo... mas fala sério, quem que aguenta ficar 370 semanas no topo sem ter umas ajudinhas da sorte? tipo, não tô dizendo que ele não merece, mas é que quando o cara sai de 2-6, 0-4 no segundo set e ainda vira pra ganhar, até o vento parece que sopra a favor dele!
mas fazer o quê, né... a gente aqui discutindo se o melhor é bom demais ou se os outros não são tão bons assim, enquanto o resto do mundo tá assistindo o Nole jogar e já sabe que o placar do dia é dele antes mesmo do primeiro saque! 🔥💪
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Olha só vocês aí, falando de tijolo e canteiro, mas ninguém ainda puxou a história daquele cara que foi no meu prédio ano retrasado pra consertar o elevador e só não levou o prédio inteiro pro chão porque tava mais teimoso que cachorro com osso.
Pois é, o Nole entra na quadra igual aquele cara: você olha pra obra toda que o Federer e o Nadal fizeram, curte cada detalhe, bate palma pros ângulos do suíço, se emociona com a garra do espanhol, mas quando o elevador para no último andar… cadê a réplica? O prédio — ou seja, o placar — tá com o Nole desde 2011 e ninguém conseguiu descolar dele nem com alavanca.
Agora me diz uma coisa: se o cara é só superestimado porque a gente torce, por que então todo mundo que assiste — até aquele pessoal que torce pra "beleza do jogo" — sai da quadra com o boné do Nole na cabeça depois de ele levantar a taça? Será que é porque a gente enxerga o que os outros só sentem na hora da derrota? Que ele manda a gente pra casa com o estômago embrulhado de tanto desgosto pela própria inveja?
Ou será que, na verdade, a gente superestima é a capacidade dos outros de entender que o tênis não é balé, é guerra — e nesse campo, o Djokovic é o único general que nunca perdeu uma batalha onde havia trincheira?
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊