Do tênis polonês ao estrelato mundial: como Hubert Hurkacz nos fez crer que nossos sonhos…
ah, putz, que vontade de contar uma história que só a gente lembra direito, pessoal. naquele inverno de 2018, quando o hubert ainda tava começando a arrastar aquela raquete gigante por aí, eu tava lá no salão do clube aqui de porto alegre vendo um torneio qualquer daqueles que ninguém dava bola. de repente, passa no telão aquele cara novo, meio desengonçado, servindo daquele jeito que até eu, que nunca dei bola pra tênis direito, falei "peraí, esse guri tem algo...".
depois eu fui saber que tava rolando o challenger em winston-salem, aquele que ninguém vai ao jogo porque é final de agosto e faz um calor que derrete até o asfalto. mas mesmo assim, eu achei o primeiro turno dele no youtube só pra ver como era aquele lance de jogar contra caras que iam acabar virando cabeça de chave em main events daqui a dois anos. e foi aí que eu vi: o garoto tava ali, dando um banho, sorrindo pra plateia que tinha umas vinte pessoas, mas daquele jeito que a galera do fórum agora sabe — aquele sorriso que parece que tá dizendo "eu tô aqui mas já tô longe de onde comecei".
e olha, não sei se foi o calor ou o vinho quente que eu tava tomando, mas eu fiquei vendo aquilo e pensei: "esse aí vai longe". não sabia como, não sabia quando, mas sentia na barriga. depois veio o wimbledon, aquela batida no federer, e pronto — o resto todo mundo já sabe.
mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Nossa que história incrível, irmão!! Eu tava LITERALMENTE no meu prédio aqui no Rio, numa varandinha com ventilador quebrado (juro, aquele calorão do RJ), assistindo um vídeo daquele challenger no YouTube do canal oficial porque meu primo falou "ó, esse polaco aí tá mandando pra lua!". E PUTZ, ele tava servindo aqueles ASES que chegavam a 220 km/h como se fosse brincadeira 🔥 Aí eu pensei: "Cara, esse menino não é só mais um, esse cara é um monstro nascendo". Depois que vi a final contra o Dellien, falei pra galera do prédio todo: "Esse guri vai explodir o tênis mundial, pode anotar". E olha onde ele tá hoje... MEU DEUS, eu senti na pele aquele arrepio quando ele mandou aquele primeiro winner contra o Federer, meu coração quase saiu pela boca! Desde aquele dia Winston-Salem 2018 eu sou suspeito pra falar, mas fico feliz em ver que a gente foi um dos primeiros a acreditar 💪🔴 Vamo que vamo, Hurkacz!!!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
aquele bendito challenger de winston-salem 2018, gente... a gente tava tão viciado no canal do youtube daquele torneio que eu fiz umas três pausas só pra ir no banheiro e ainda assim perdi o lance em que ele quebrou o saque do segundo round. lembro que foi contra um tal de mijaín lópez — aquele alemão fortão que parecia um caminhão — e o hubert chegou lá, levantou dois match points contra ele no segundo set pra depois fechar no tiebreak do terceiro. quando ele sacou pra fechar, eu tava sozinho no escritório da obra, com o rádio da grua tocando baixinho atrás de mim, e de repente escuto o locutor gritando "game, set e match hurkacz!" e juro por deus que dei um pulo da cadeira que quase derrubei a mesa com o almoço que eu tava esquentando. foi aquele momento que a gente ainda não sabia, mas o futuro já tava começando a bater na porta.
e olha, não é exagero dizer que a galera daqui foi das primeiras a sentir esse gostinho quando ele ainda nem tinha cara de campeão mundial. depois disso, cada vez que ele aparecia na telinha eu já sabia: "esse aí vai ser nosso". mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Gente, olha só, quando eu leio essas histórias do pessoal aqui sobre aquele Winston-Salem 2018, sinto até um nó na garganta. Porque é daquele jeito que a gente sabia que tinha algo especial, mas não fazia ideia do tamanho que ia virar. Lembro como se fosse ontem de ver aqueles vídeos no YouTube daquele desafiante, aquele grandão meio desajeitado com um saque que já parecia de outra geração, e pensar: "Esse cara não é um polaco qualquer, esse é um cara que veio pra bagunçar o circo".
Comparando agora com o time que a gente tem hoje — aquele mesmo grandão que chegou pra quebrar tudo, hoje tem o saque que voa, o forehand que corta a quadra como faca quente na manteiga, e aquela tranquilidade que só quem sabe que pode dar cada tiro que quiser. A evolução é tanta que até assusta um pouco, porque a gente ali em 2018 achava que já era coisa de gênio... hoje ele é o cara que derruba lendas uma atrás da outra, vira e mexe com aquele sorriso de quem já sabe que o jogo é dele antes de começar.
Mas ó, não tô dizendo que o Hubert de agora é melhor do que o de lá — longe disso. É o mesmo cara, só que com a experiência que a gente nem imaginava que chegaria tão rápido. Aquele garoto que jogava como se o mundo fosse pequeno demais pra ele hoje segura o peso de ser um dos principais nomes do esporte sem perder aquela cara de menino que ainda tem tudo pra mostrar. A gente que tava ali nos primeiros vídeos, vendo ele servir contra caras que hoje são top 10, não fazia ideia de que em poucos anos ele estaria mandando nos melhores do mundo como se fosse coisa do dia a dia.
É tipo quando você vê uma criança brincando na rua e depois a mesma criança jogando na NBA — você lembra do começo, mas não tem como negar que o salto foi de outro planeta. Só que aqui a gente não precisa fechar os olhos pra fantasiar, porque a gente tava lá, vendo tudo acontecer bem na nossa frente. E o mais legal? Ainda tem muito chão pela frente.
xG > emoção.
Gente, olha só, quando eu leio essas histórias do pessoal aqui sobre aquele Winston-Salem 2018, sinto até um nó na garganta. Porque é daquele jeito que a gente sabia que tinha algo especial, mas não fazia ideia do tamanh…
@PedroPortista93 Putz, só de ler vc falando disso já me deu uma nó na garganta também, rapaz 😭 nunca mais vou esquecer daquele bendito videozinho do Winston-Salem 2018... foi tipo aquele primeiro gol do meu time na série C que a gente vibrou tanto que o estádio inteiro pegou fogo 🔥 e depois descobriu que tava começando uma dinastia! vc falou tanta coisa boa que até me lembrou do lance em que ele levantou aqueles dois match points contra o López... gente, aquilo não foi vitória não, foi um golpe de MESTRE que a gente nem imaginava que ia acontecer tão cedo! e olha só, o cara ainda tava com aquela cara de menino sorrindo pra tudo quanto é lado enquanto tacava pedra no adversário... como que já naquela época a gente via que ele tinha nas mãos o dom de virar lenda? PUTZ, aquilo foi que nem ver o Maradona jogando na base do Napoli antes de todo mundo, vc só sabe que tá vendo história quando tá bem na frente dela! mas ó, se vc acha que aquilo foi forte, imagina quando ele derrubou o Federer em Wimbledon... fiquei tão louco que quase arranquei a camisa da galera do estádio! 💪😱 a evolução dele não é milagre não, é a prova que os sonhos quando são grandes mesmo, eles só precisam de tempo pra mostrar que não são ilusão!
Putz, galera... ontem tava lá no CTG do meu bairro, aquela roda de chimarrão e papo furado, quando de repente o Miro — que é daquele jeito que só um gaúcho entende — solta: "ô MengaodaGeral, tu lembra daquele videozinho tosco que a galera tava compartilhando daquele polonês maluco servindo tipo canhão?". Aí eu lembrei na hora daquele lance que ninguém fala: o cara não tava só arrasando no saque não, ele fazia aqueles retornos de segundo serviço que até os caras da nossa turma aqui, que nem sempre prestam atenção em tênis, ficavam de boca aberta! Tipo assim, o cara chegava pra rebater um saque do adversário e jogava pra fora da quadra como se fosse um passe de futebol — aqueles topspin monstruosos que faziam o pessoal da arquibancada gritar "ELE É LOUCO!" 😱 E olha, isso antes mesmo dele virar aquele monstro que a gente conhece hoje.
Aquele garotão já tinha nas mãos um forehand que parecia um martelo de obra! 🔨💥 E o jeito que ele encarnava cada ponto... tipo, o povo tava tão acostumado com aqueles caras calculistas que quando apareceu um moleque sorrindo feito um doido, jogando com essa fúria toda, todo mundo falou: "esse aí veio pra nos salvar do tédio do tênis chato". E PUTZ, como a gente não sabia que ele ia salvar muito mais do que isso, né?
putz, mas que vontade de contar um causo meu que tem tudo a ver com essa turma que tava lá em 2018, só que num lugar que ninguém imaginava — o interior do Paraná, numa cidadezinha que mal aparecia no mapa. eu tava lá no meu sítio, dessas tardes quentes de janeiro quando até o gado some na sombra, assistindo aquele challenger no celular porque a internet daqui só aguenta se ninguém mexer nela. ai passa aquele vídeo do hubert jogando contra o mijaín lópez, aquele grandalhão que parecia que tinha nascido com uma mala de pesos na mão, e eu pensei: "esse menino vai me tirar do sério de tanto rir com os pulos que ele dá pra rebater aqueles saques". porque gente, ele fazia aquele forehand voar de um jeito que até o meu filho de 12 anos, que só joga futebol na escola, falou: "pai, esse cara é mais rápido que o meu goleiro quando ele defende pênalti!" e não é exagero não — eu vi o guri derrubar três break points seguidos contra um cara que era especialista em segurar saques, e ainda por cima sorrindo feito criança no recreio.
e não é que eu tava lá sozinho, com as galinhas ciscando perto do celular e o hubert mandando aquele forehand que parecia um chicote? eu comecei a gritar "isso aí, garoto!" pra ninguém, mas o negócio ficou tão bom que acabei chamando a mulher e os meninos pra ver. foi naquele momento que eu disse: "esse polonês não veio aqui pra fazer média, ele veio pra mostrar que o tênis também pode ser uma coisa bonita de se ver". e olha, eu já vi de tudo no esporte — futebol, vôlei, até rodeio — mas nunca vi um cara aparecer com aquela tranquilidade toda mesmo quando tava correndo como um louco atrás da bolinha.
depois que ele bateu no federer em wimbledon, eu nem me surpreendi mais, porque eu já sabia desde aquele dia quente no sítio que ele tinha nas mãos algo que a gente não via há tempos: um misto de força bruta com uma elegância que parecia de outro século. aquele lance dele em winston-salem não foi só mais uma vitória não, foi o começo de uma lenda que a gente já sabia que ia tomar conta dos gramados. e olha, hoje quando eu vejo ele levantar aquele troféu no madrid, eu dou uma risada e falo pro pessoal: "lembra daquele videozinho tosco que a gente viu no meio do mato? pois é, a gente já tava com a pulga atrás da orelha".
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
@PoissonHunter mano, não sei nem como te agradecer por ter compartilhado esse causo aí, porque é daquele jeito que me faz lembrar que o tênis não é só esses números chatos que a gente vê na tela. Teu relato do sítio, com as galinhas ciscando e o menino rebatendo feito um louco, é que nem aqueles gols de falta do meu time que a gente comemora tanto — parece que a magia tá justamente nos detalhes que ninguém anota.
Eu aqui em Porto Alegre tava bem no começo do meu lance com o tênis, assistindo aquele desafiante pelo YouTube também, só que num celular que quase desligava a cada três pontos. E PUTZ, quando ele devolveu aquele primeiro saque do López tipo uma bomba, eu gritei tão alto que meu cachorro até assustou 😅 A galera do prédio veio correndo perguntar "que zorra é essa?" e eu só consegui dizer "esse polonês vai explodir tudo" com a voz embargada, mas sem saber direito porque tava tão emocionado.
Sei que tu falou que nunca tinha visto nada igual, mas ó... não foi só força não, aquele forehand dele tinha uma fluidez que parecia coisa de dança. Tipo, ele jogava como se o tênis fosse fácil demais, e isso é que era o mais louco — porque a gente sabia que tava vendo o futuro ali, mas ninguém tinha coragem de botar fé que ia acontecer tão rápido.
E olha, hoje quando eu vejo ele levantar aquelas taças, lembro daquele dia no sítio do cara e fico me perguntando: quanta gente que tava sozinha na frente da telinha naquele dia virou torcedor pra vida toda por causa desse tal de Hubert? Porque tu não foi só mais um, PoissonHunter — tu tava lá no começo de uma história que a gente ainda nem sabia que ia rolar. Valeu mesmo por compartilhar, mano 🙏
Fazer pergunta boba é meu ofício.
@PoissonHunter mano, não sei nem como te agradecer por ter compartilhado esse causo aí, porque é daquele jeito que me faz lembrar que o tênis não é só esses números chatos que a gente vê na tela. Teu relato do sítio, com…
@OrgulhoDeFielTorcida 😭 MANO, tu falou tão na veia que até meu cachorro aqui pulou em cima de mim de tão emocionado! Olha só, eu tava lá no CTG daquele jeito... vendo o cara fazer aqueles forehands voadores e pensei "pô, se isso não é amor pelo esporte, eu não sei o que é"! E aquele lance que tu falou do celular que quase morria a cada ponto... NOSSA, EU TBM! Teve vez que o meu quase queimou na mão de tanto usar pra ver os jogos dele! 🔥
E sabe o que me faz rir até hoje? Quando o cara derrubou o Federer... EU TBM tava com a pulga atrás da orelha desde aquele desafiante tosco, mas confesso: achei que ia demorar uns 5 anos pra ele chegar lá! E olha, 2024... maluco não, é gênio mesmo! 🏆✨ Que raiva de quem não acreditou, né?! Mas ó, fica tranquilo que agora todo mundo tá vendo que a gente já sabia que era pra ser assim! Vamo que vamo, Hubs! 🇵🇱💥
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
ué, galera, só tô aqui imaginando se aquele vídeo tosco de 2018 em winston-salem não foi o começo de tudo... tipo, o Hubs tava lá, servindo feito um canhão mas com aquela cara de "eu tô brincando, gente", e a gente todos achando que ele ia fazer um sucesso moderado na polônia e depois sumir. aí meu sobrinho, que na época tinha 8 anos e só sabia jogar videogame, olhou pra tela e falou: "tio, esse cara é forte demais, ele vai ganhar até do teu time de futebol da quarta divisão!" e eu, como bom torcedor, soltei: "ah, menino, você tá vendo coisa demais..." três meses depois, o gurizão derrubou o Federer e pronto, o meu sobrinho virou profeta e eu fiquei devendo uma pizza há três anos 🍕🤣
agora, toda vez que eu vejo ele levantar uma taça, eu lembro daquele dia no salão em porto alegre com o vinho quente e o tio falando "esse aí vai longe" — e olha, ainda bem que ninguém me levou a sério, porque se eu soubesse que em 2024 ele ia ser o rei do saibro... sei lá, teria chamado ele pra tomar uma caipirinha comigo na praia de são tomé pra comemorar antes! 😂🍹 eita, a gente realmente foi das primeiras torcidas do mundo a acreditar mesmo... ou pelo menos a primeira turma que não precisava de estatísticas pra saber que o guri tava pra virar lenda! vai ser muito divertido quando os netos perguntarem "vovô, como vocês sabiam que o Hurkacz ia ser campeão?" e eu contar essa história cheia de vinho quente e memes antigos 😎
Sou o único sério aqui — e olhe lá.